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A estimulação magnética transcraniana (EMT) é uma técnica não invasiva que está sendo cada vez mais utilizada para estudar o cérebro humano. Uma das principais medidas de resultado é o potencial motor evocado (PME) elicited em um músculo após a EMT sobre o córtex motor primário (M1), onde é utilizado para estimar mudanças na excitabilidade corticospinal. No entanto, múltiplos elementos desempenham um papel na geração do PME, portanto, mesmo medidas aparentemente simples, como a amplitude de pico a pico, têm uma interpretação complexa. Aqui, resumimos o que é atualmente conhecido sobre as vias neurais e circuitos que contribuem para o PME e discutimos os fatores que devem ser considerados ao interpretar a amplitude do PME medida em repouso no contexto do processamento motor e de pacientes com condições neurológicas. Na última parte deste trabalho, também discutimos como abordagens tecnológicas emergentes podem ser combinadas com EMT para melhorar nossa compreensão dos substratos neurais que podem influenciar os PMEs. No geral, esta revisão tem como objetivo destacar as capacidades e limitações da EMT que são importantes para reconhecer ao tentar desvendar as fontes que contribuem para as mudanças relacionadas ao estado fisiológico na excitabilidade corticomotora.
Spampinato et al. (Wed,) estudaram essa questão.