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OBJETIVO: Determinar o padrão de resiliência e ajuste após o diagnóstico de câncer pediátrico e avaliar a esperança como mediadora do ajuste. MÉTODOS: 61 participantes com câncer pediátrico completaram medidas de esperança, depressão, ansiedade e qualidade de vida (QV) dentro de 4 semanas após o diagnóstico de câncer e a cada 3 meses por 1 ano. RESULTADOS: Os participantes mostraram altos e crescentes níveis de esperança e QV, bem como baixos e decrescentes níveis de depressão e ansiedade. Análises de regressão linear de efeitos mistos revelaram mudanças na depressão, ansiedade e esperança como preditores significativos das mudanças na QV. Mudanças na esperança foram encontradas para mediar parcialmente os efeitos da depressão e ansiedade na QV. CONCLUSÕES: Embora uma variedade de intervenções sejam eficazes para tratar ansiedade e depressão, a teoria da esperança fornece um arcabouço para escolher intervenções que possam promover de forma mais global a capacidade das crianças de manter um bom funcionamento, ajuste, bem-estar e QV após o diagnóstico de câncer.
Germann et al. (Sáb,) estudaram essa questão.