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CONTEXTO: Nas últimas duas décadas, o conceito de qualidade de vida (QV) tornou-se cada vez mais um foco de pesquisa e aplicação nas áreas de educação/educação especial, assistência à saúde (física e comportamental), serviços sociais (deficiências e envelhecimento) e famílias. MÉTODOS: Este artigo resume nossa compreensão atual do construto de QV individual, conforme se aplica a pessoas com deficiências intelectuais (DI). As três principais seções do artigo discutem o que sabemos, o que estamos começando a entender e o que ainda não sabemos sobre o construto de QV. RESULTADOS: Atualmente sabemos da importância do construto de QV como um princípio de prestação de serviços, juntamente com seu uso atual e natureza multidimensional. Estamos começando a entender a importância do pluralismo metodológico na avaliação da QV, os múltiplos usos de indicadores de qualidade, os preditores da QV avaliada, os efeitos de diferentes estratégias de coleta de dados e as propriedades etic (universais) e emic (ligadas à cultura) do construto. Ainda não compreendemos plenamente o uso de resultados relacionados à QV na mudança de programas, como avaliar melhor os resultados dos serviços relacionados à QV e como usar o conceito de QV para impactar a reforma pública e de deficiência. CONCLUSÃO: O artigo conclui com uma breve discussão sobre os desafios futuros relacionados à demonstração da validade social do conceito e seu impacto positivo na vida de pessoas com DI.
Robert L. Schalock (Mon,) estudou esta questão.
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