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Os efluentes de estações de tratamento de águas residuais (ETARs) contêm subprodutos de desinfecção (DBPs) de preocupação para a saúde quando a água é utilizada a montante como fonte de água potável. O padrão de formação de DBP foi fortemente afetado pela capacidade da ETAR de alcançar uma boa nitrificação. A adição de cloro a efluentes com baixa nitrificação formou baixos níveis de DBPs halogenados, exceto por (em alguns casos) ácidos acéticos dihalogenados, mas frequentemente quantidades substanciais de N-nitrosodimetilamina (NDMA). A cloração de efluentes bem nitrificados normalmente resultou em formação substancial de DBPs halogenados, mas muito menos NDMA. Por exemplo, com base na mediana após a adição de cloro, os efluentes bem nitrificados apresentaram 57 microg/L de tri-halometanos (THMs) e 3 ng/L de NDMA, enquanto os efluentes mal nitrificados apresentaram 2 microg/L de THMs e 11 ng/L de NDMA. DBPs com precursores de aminoácidos (haloacetonitrilos, haloacetaldeídos) formaram níveis substanciais após a cloração de efluentes bem nitrificados. A formação de DBPs halogenados, mas não a de NDMA, correlacionou-se com a formação de THMs em efluentes de ETAR tratados com cloro livre. No entanto, a formação de THMs não correlacionou-se com a formação de outros DBPs em efluentes desinfectados com cloraminas. Devido aos níveis relativamente altos de brometo em águas residuais tratadas, a incorporação de bromo foi observada em várias classes de DBPs.
Krasner et al. (Qui,) estudaram essa questão.