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A segurança do paciente é colocada em perigo quando a transferência horizontal de tarefas é iniciada e realizada sem um processo sistemático que envolva todas as partes interessadas e que considere os recursos disponíveis. Uma análise de risco e vulnerabilidade, garantindo pessoal competente, recursos, tempo e equipamentos antes de lançar tais reformas é necessária para proteger a segurança do paciente. Infraestruturas compostas por grupos de coordenação local podem facilitar o diálogo entre os níveis de serviço de saúde e negociar responsabilidades e carga de trabalho. Pontos-chave: A transferência de tarefas entre diferentes níveis de atendimento à saúde é uma estratégia relevante e legítima para planejamento e políticas. Médicos de família na Noruega relatam eventos adversos relacionados à transferência de tarefas de colegas especialistas sem a devida alocação de recursos. A segurança do paciente pode estar em risco devido a atrasos perigosos, sobrediagnóstico, responsabilidade em perigo e potencial erro médico. O planejamento e a implementação da transferência de tarefas devem envolver todos os níveis do sistema e partes interessadas relevantes para garantir a segurança do paciente.
Malterud et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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