Key points are not available for this paper at this time.
Resumo Tanto a intuição comum quanto os resultados de múltiplas áreas de pesquisa sugerem que, ao enfrentar experiências angustiantes, é útil entender os próprios sentimentos. No entanto, um grande corpo de pesquisa também indica que as tentativas das pessoas de compreender seus sentimentos muitas vezes têm o efeito oposto, levando-as a ruminar e se sentirem pior. Neste artigo, descrevemos um programa de pesquisa que foca em desentrelaçar esses conjuntos de descobertas aparentemente contraditórias. O programa de pesquisa que descrevemos propõe que a distância psicológica em relação ao eu desempenha um papel fundamental na determinação de se as tentativas das pessoas de entender seus sentimentos levam a uma autorreflexão adaptativa ou mal adaptativa. Sugere que as tentativas das pessoas de entender seus sentimentos muitas vezes falham porque analisam seus sentimentos de uma perspectiva imersa no eu, em vez de uma perspectiva distanciada do eu. Evidências empíricas de múltiplos níveis de análise são apresentadas para suportar essa previsão. As implicações da ciência básica e clínica dessas descobertas são discutidas.
Ayduk et al. (Sex,) estudaram esta questão.