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O primeiro passo na infecção pelo vírus da gripe no trato respiratório humano é a ligação do vírus a receptores terminados em ácido siálico (Sia). A ligação de diferentes linhagens do vírus ao receptor é determinada pela ligação α do ácido siálico à galactose e pela estrutura do glicano adjacente. Neste estudo, a composição de glicanos N- e O-glicanos do pulmão humano, brônquio e nasofaringe foi caracterizada por espectrometria de massa. A análise mostrou que havia um amplo espectro de glicanos Sia α2-3 e α2-6 no pulmão e no brônquio. Esses dados estruturais de glicanos foram então utilizados em combinação com dados de ligação de 4 dos arrays de glicanos publicados para avaliar se esses arrays atuais eram capazes de prever a replicação de vírus humanos, aviários e suínos em tecidos do trato respiratório humano ex vivo. O array mais abrangente do Consórcio para Glicômica Funcional continha a maior diversidade de glicanos sialilados, mas não foi preditivo da replicação produtiva no brônquio e no pulmão. Nossos achados indicam que arrays mais abrangentes, mas específicos, precisam ser desenvolvidos para investigar a ligação do vírus da gripe em uma avaliação de vírus da gripe emergentes.
Walther et al. (Thu,) estudaram esta questão.