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Usamos medições de fotoluminescência resolvida no tempo para determinar a taxa de recombinação de biexcitons Auger em nanocristais de perovskita híbridos orgânico-inorgânicos e totalmente inorgânicos como função do volume do nanocristal. Descobrimos que a escalabilidade de volume da taxa Auger de biexcitons nas perovskitas híbridas, contendo um cátions polar orgânico do tipo A, é significativamente mais rasa do que a nos nanocristais totalmente inorgânicos baseados em Cs. À medida que os nanocristais se tornam menores, a taxa Auger nos nanocristais híbridos aumenta até menos do que o esperado, em comparação com os nanocristais totalmente inorgânicos, que já mostram uma dependência de volume mais rasa do que outros sistemas materiais, como pontos quânticos de calcogeneto. Essa descoberta sugere que podem existir diferenças na força das interações coulombianas entre as perovskitas totalmente inorgânicas e híbridas, o que pode se mostrar crucial na seleção de materiais para obter os dispositivos de melhor desempenho no futuro, e insinua que pode haver algo "especial" nos materiais híbridos.
Eperon et al. (Terça,) estudaram esta questão.
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