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OBJETIVO/FINALIDADE: Determinar as diferenças raciais e étnicas na gama e número de sintomas pós-tratamento entre mulheres que passaram por tratamento cirúrgico e pós-cirúrgico para câncer de mama. DESENHO: Estudo retrospectivo. CONTEXTO: Agência de serviços sociais comunitários e clínica de saúde pública. MÉTODOS: Entrevista presencial com 116 mulheres que passaram por cirurgia de câncer de mama. AMOSTRA: Principalmente mulheres de baixa renda em uma área urbana no norte da Califórnia. As participantes foram recrutadas por meio de panfletos sobre o estudo. PRINCIPAIS VARIÁVEIS DE PESQUISA: Resultados (depressão, fadiga, dor e inchaço devido ao linfedema) e demografia (etnia, idade, renda, seguro, educação e estado civil). DESCUBERTAS: A participante típica tinha 47 anos, 12 anos de escolaridade, e era mãe (74%), solteira (67%), heterossexual (88%), sem seguro (68%) e empregada (66%). Trinta por cento eram Caucasianas, 30% afro-americanas, 25% latinas e 15% mulheres de outras etnias. Mulheres afro-americanas e latinas relataram taxas aumentadas de dor e um número maior de sintomas. Latinas também relataram taxas mais altas de fadiga e depressão. Nas análises multivariadas, um maior número de sintomas foi associado à diminuição da renda, ao recebimento de quimioterapia, à mastectomia e à etnia latina. CONCLUSÕES: Estes dados sugerem uma taxa aumentada de sintomas pós-tratamento experimentados por mulheres de baixa renda e minorias étnicas. IMPLICAÇÕES PARA A ENFERMAGEM: Existe uma necessidade de intervenções de manejo de sintomas acessíveis e culturalmente apropriadas. A enfermagem desempenhará um papel vital no projeto, teste e oferta dessas intervenções.
Eversley et al. (Sáb,) estudaram esta questão.