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ANTECEDENTES/OBJETIVOS: Avaliar a segurança e viabilidade da colecistostomia transhepática percutânea para coledocolitíase com colangite aguda em pacientes de alto risco. METODOLOGIA: Seis pacientes de alto risco com coledocolitíase complicada por colangite aguda moderada a severa foram submetidos à colecistostomia transhepática percutânea e subsequente cirurgia aberta em intervalo de janeiro de 2008 a outubro de 2010. Esses pacientes, que não eram adequados para drenagem biliar endoscópica e transhepática, foram revisados retroativamente. RESULTADOS: A colecistostomia transhepática percutânea foi realizada sem complicações. Um paciente desenvolveu hemoperitônio que foi controlado com sucesso por tratamento conservador. Pseudomona biliar ocorreu em dois pacientes, um deixou de drenar espontaneamente, o outro desenvolveu um biloma que foi curado por repuncionamento. Não houve morte relacionada ao procedimento. A sepse foi completamente aliviada de 3 a 4 dias após o procedimento. Dois pacientes foram submetidos a exploração aberta em intervalo do ducto biliar comum. Um paciente que se recuperou da sepse faleceu no dia 12 pós-colecistostomia devido a um infarto cardíaco agudo. Os outros 3 pacientes foram curados da sepse e receberam alta sem tratamento adicional. CONCLUSÕES: Os resultados mostraram que a colecistostomia transhepática percutânea guiada por ultrassom é um procedimento seguro e eficaz para coledocolitíase com colangite aguda moderada a severa em pacientes cirúrgicos de alto risco altamente selecionados. Pode merecer tornar-se uma terapia definitiva para manejo cirúrgico subsequente. Estudos controlados maiores são necessários para confirmar ainda mais nossas descobertas.
Ren et al. (Tue,) estudaram essa questão.