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ANÁLISE: O treinamento pliométrico demonstrou melhorar o desempenho em eventos de corrida de longa distância de até 5 km, mas pouca pesquisa foi realizada sobre esse tipo de treinamento para corredores de maratona (42,195 km). O objetivo deste estudo foi examinar os efeitos do treinamento pliométrico e de velocidade explosiva (PLYO) em maratonistas recreativos. MÉTODOS: Vinte e dois sujeitos (idades de 18 a 23 anos) foram randomizados para treinamento PLYO ou treinamento de core (CORE) em uma sessão semanal realizada por 12 semanas, além do treinamento para maratona. Variáveis de desempenho em sprint, salto e corrida de distância foram medidas antes e depois da intervenção. RESULTADOS: Nos testes de sprint, o grupo PLYO melhorou tanto na corrida de 200 m (P 0,001) quanto na corrida de 60 m (P = 0,004), e tendia a melhorar na corrida de 30 m (P = 0,051). A diferença do CORE foi significativa apenas nos 200 m (P = 0,002). O grupo CORE não apresentou alterações em nenhuma das variáveis de sprint ou salto. O grupo PLYO foi significativamente diferente do grupo CORE no salto longo em pé (P = 0,024). Não houve diferenças entre os grupos no desempenho em corrida de distância. Ambos melhoraram no teste de tempo de 2 milhas (3,219 km) (p 0,001), VO 2MAX (P = 0,026 para CORE; P = 0,002 para PLYO) e economia de corrida (P = 0,01). CONCLUSÃO: O treinamento PLYO semanal melhora a velocidade de sprint e mantém a capacidade de salto em maratonistas recreativos, mas não aumenta as melhorias no desempenho em corrida de distância.
Lundstrom et al. (Ter,) estudaram essa questão.