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Um número crescente de trabalhadores americanos não está mais empregado em ‘empregos’ com uma conexão de longo prazo com uma empresa, mas é contratado para ‘gigs’ sob arranjos ‘flexíveis’ como ‘contratados independentes’ ou ‘consultores’, trabalhando apenas para completar uma tarefa específica ou por um tempo definido e sem mais conexão com seu empregador do que pode haver entre um consumidor e uma marca específica de sabão ou batatas fritas. Embora o surgimento dessa economia ‘gig’ seja elogiado por alguns como uma resposta aos desejos de uma geração mais empreendedora, é mais provável que seja impulsionado pelas preocupações das empresas em reduzir salários e custos com benefícios durante períodos de recessão, ao mesmo tempo em que reduz sua vulnerabilidade a processos por demissão injusta. A ascensão do trabalho gig exige novas iniciativas em política social, pois transfere mais do fardo do risco econômico para os trabalhadores, mesmo enquanto remove os trabalhadores gig de muitos dos programas de seguro social vinculados ao emprego da era do New Deal.
Gerald Friedman (Terça-feira) estudou esta questão.