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Convulsões focais ou parciais são um distúrbio neurológico comum que afeta adultos. Esta revisão tem como objetivo proporcionar uma compreensão profunda das convulsões focais em adultos, incluindo sua classificação, apresentação clínica, etiologia, diagnóstico e manejo. Este artigo busca aumentar a conscientização e o conhecimento entre os profissionais de saúde e o público em geral, explorando a pesquisa e os insights clínicos mais recentes. A eletroencefalografia (EEG) padrão e gravações em profundidade de eletrodos pré-cirúrgicos em humanos fornecem uma definição clara de padrões semelhantes às convulsões focais. Modelos de animais com convulsões parciais e epilepsia imitam os padrões de convulsões com características comparáveis. No entanto, os fatores de rede que sustentam os picos interictais, bem como o início, desenvolvimento e término das convulsões, permanecem obscuros. De acordo com pesquisas recentes, redes inibitórias estão fortemente implicadas no início das convulsões, e alterações de potássio extracelular ajudam a iniciar e manter a continuidade da convulsão. Um aumento na sincronização da rede, que pode ser causado tanto por vias excitatórias quanto inibitórias, está correlacionado com a cessação de uma convulsão parcial. Pesquisas recentes sobre convulsões focais do lobo temporal em modelos humanos e animais levam à hipótese de que o bloqueio ativo dos processos de excitação subcortical provoca a inconsciência. O disparo neuronal das redes de excitação do tronco cerebral, do cérebro basal e do tálamo é diminuído durante convulsões límbicas focais, e a excitação cortical pode ser recuperada quando os circuitos de excitação subcortical estão engajados. Estes resultados sugerem que a neuroestimulação talâmica pode ser terapêutica para restaurar a excitação e a consciência durante e após convulsões. A estimulação subcortical direcionada pode aumentar a excitação e a consciência quando os tratamentos atuais não conseguem interromper as convulsões, melhorando a segurança e a função psicossocial para pacientes epilépticos. Em nossa investigação sobre convulsões focais em adultos, esta revisão vai além do conhecimento superficial de seus sintomas clínicos.
Ghulaxe et al. (qui,) estudaram esta questão.
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