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Para avançar em um argumento que aborda se o trabalho de cuidados ético e capacitado é possível dentro do contexto do neoliberalismo e do gerencialismo, este artigo se baseia em dados de estudos de caso qualitativos comparativos internacionais para perguntar se processos e práticas de cuidado radical e emancipação já existem no trabalho de cuidados de longo prazo e serviços sociais sem fins lucrativos. Em caso afirmativo, como eles se parecem e quais fatores dificultam ou nutrem práticas de cuidado baseadas na justiça social? Dado que o cuidado pago e não pago continua a ser um domínio altamente genderizado e cada vez mais racializado de luta feminizada, merece uma teorização mais aprofundada e uma maior centralidade dentro de projetos e estratégias emancipatórios.
Baines et al. (Sun,) estudaram esta questão.