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FUNDAMENTO E OBJETIVO: Este ensaio clínico controlado randomizado com cego simples comparou a eficácia de um protocolo de terapia modificada induzida por restrição (mCIT) reembolsável, ambulatorial (sessões de terapia de meia hora, ocorrendo 3 dias por semana, nas quais os sujeitos usaram o braço mais afetado combinado com a restrição do braço menos afetado 5 dias por semana durante 5 horas; ambos os regimes foram administrados durante um período de 10 semanas) com a de um programa de exercícios com tempo igual para o braço mais afetado ou um regime de controle sem tratamento. SUJEITOS: Trinta e cinco sujeitos com acidente vascular cerebral crônico participaram do estudo. MÉTODOS: O Teste de Ação e Pesquisa de Braço (ARAT), a Avaliação de Fugl-Meyer de Recuperação Motora Após Acidente Vascular Cerebral (FM) e o Log de Atividade Motora (MAL) foram administrados aos sujeitos. RESULTADOS: Após a intervenção, diferenças significativas foram observadas nas escalas de ARAT e MAL Quantidade de Uso e Qualidade de Movimento, todas em favor do grupo mCIT. DISCUSSÃO E CONCLUSÃO: Os dados afirmam achados anteriores que sugerem que este protocolo reembolsável, ambulatorial, aumenta o uso e a função do braço mais afetado. A magnitude das mudanças foi consistente com aquelas relatadas em protocolos mais intensos, como a terapia induzida por restrição.
Page et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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