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Este artigo argumenta que a utopia é tanto prevalente quanto necessária. Começa analisando a presença na cultura contemporânea de uma busca existencial pela utopia, figurada como ‘procurando pelo azul’. Em seguida, passa para o lugar da utopia no pensamento político e no discurso político, figurado como ‘procurando pelo verde’. Essas abordagens revelam diferentes formulações do próprio conceito de utopia. A mudança requer que a Utopia seja entendida como um método em vez de um objetivo, acompanhada por um reconhecimento de provisonalidade, responsabilidade e falha necessária.
Ruth Levitas (Mon,) estudou esta questão.