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O estudo da resiliência no desenvolvimento reverteu muitas suposições negativas e modelos focados em déficits sobre crianças crescendo sob a ameaça de desvantagem e adversidade. A conclusão mais surpreendente que emerge dos estudos dessas crianças é a ordinariedade da resiliência. Uma análise dos achados convergentes de investigações focadas em variáveis e em pessoas sobre esses fenômenos sugere que a resiliência é comum e que geralmente surge das funções normativas dos sistemas adaptacionais humanos, sendo as maiores ameaças ao desenvolvimento humano aquelas que comprometem esses sistemas de proteção. A conclusão de que a resiliência é composta por processos ordinários em vez de extraordinários oferece uma perspectiva mais positiva sobre o desenvolvimento humano e a adaptação, bem como direções para políticas e práticas destinadas a melhorar o desenvolvimento de crianças em risco de problemas e psicopatologia.
Ann S. Masten (Mon,) estudou essa questão.
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