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Em estudos sobre a febre Lassa na Serra Leoa, a prevalência de anticorpos humanos contra o vírus Lassa variou de 8% a 52%. Mastomys natalensis, o reservatório do vírus Lassa, constituiu 50%-60% dos roedores capturados em residências, mas apenas 10%-20% daqueles capturados em áreas agrícolas e de mato circundantes (chi 2 = 90.2, P menor que 10(-6), df = 1), uma descoberta que sugere que as casas são o local mais importante para a transmissão do vírus Lassa. A infecção viral de Mastomys em residências variou de 0% a 80%. A incidência de seroconversões em pessoas suscetíveis variou de 5% a 22% por ano; a proporção de doença para infecção variou de 9% a 26%, e a proporção de doenças febris associadas à seroconversão foi de 5%-14%. Aumento de 8 vezes no título de anticorpos ocorreu em 1%-18% da população positiva para anticorpos, um resultado que sugere reinfecção. Estimamos que a proporção de fatalidades para infecção seja de 1%-2%, uma taxa menor do que as estimativas baseadas em casos hospitalizados. A alta incidência de febre Lassa a torna um grande problema na África Ocidental.
McCormick et al. (Sun,) estudaram essa questão.