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O campo emergente da epigenética ambiental, que estuda os efeitos na saúde de produtos químicos ‘xenobióticos’, desafia fundamentalmente os modelos padrão das vias bioquímicas que moldam os corpos e a saúde humana. Este artigo explora as implicações dessas descobertas para o conhecimento geográfico nas tradições natureza-sociedade e espaciais da saúde humana, ambas as quais tendem a tratar o corpo bioquímico material como uma caixa-preta e o ambiente como um cenário inerte. Descobertas em epigenética sugerem que o ambiente é um indutor bioquimicamente ativo do desenvolvimento fenotípico. Além disso, compreensões da temporalidade retrasada e dos efeitos intergeracionais dos mecanismos epigenéticos desafiam metodologias que privilegiam o espaço.
Guthman et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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