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Mostra-se que os potenciais eletrostáticos moleculares obtidos a partir de cargas pontuais atômicas Hirshfeld iterativas ou auto-consistentes concordam notavelmente bem com os potenciais eletrostáticos computados ab initio. O esquema Hirshfeld iterativo tem um desempenho quase tão bom quanto as cargas atômicas derivadas de potenciais eletrostáticos, tendo a vantagem de permitir a definição do átomo na molécula, ao invés de apenas fornecer cargas. A qualidade das cargas Hirshfeld iterativas para o cálculo de potenciais eletrostáticos é examinada para um grande conjunto de moléculas e comparada a outras técnicas comumente utilizadas para análise populacional.
Damme et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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