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Fluidos supercríticos desempenham um papel fundamental em processos ambientais, geológicos e celestiais, e são de grande importância para muitas aplicações científicas e de engenharia. Eles exibem fortes variações nas funções de resposta termodinâmicas, que foi hipotetizado derivar do comportamento microestrutural. No entanto, uma conexão direta entre as condições termodinâmicas e o comportamento microestrutural, como descrito por aglomerados moleculares, continua a ser uma questão pendente. Ao utilizar um critério baseado em princípios fundamentais e análise de auto-similaridade, identificamos aglomerados moleculares localizados energeticamente cuja distribuição de tamanho e conectividade exibem auto-similaridade no espaço de fase supercrítico estendido. Mostramos que a resposta estrutural desses aglomerados segue um comportamento de rede complexa cuja dinâmica surge das interações moleculares isotrópicas. Além disso, demonstramos que um modelo de rede de variável oculta pode descrever com precisão a resposta estrutural e dinâmica de fluidos supercríticos. Esses resultados ressaltam a necessidade de modelos constitutivos e fornecem uma base para relacionar a microestrutura do fluido às funções de resposta termodinâmicas.
Simeski et al. (Mon,) estudaram essa questão.