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Neoplasias malignas subsequentes (NMS) em sobreviventes de câncer infantil causam morbidade e mortalidade substanciais. Esta revisão resume a literatura recente sobre epidemiologia de NMS, fatores de risco, vigilância e intervenções. Sobreviventes de câncer infantil experimentam um aumento de risco a longo prazo para NMS em comparação com a população geral, com um risco de tumor sólido mais de duas vezes maior que se estende além dos 40 anos. Há um aumento de risco dependente da dose para tumores sólidos após radioterapia, com os maiores riscos para tumores que ocorrem na área ou próxima ao campo de tratamento (por exemplo, risco aumentado em mais de cinco vezes para malignidades de mama, cérebro, tireoide, pele, osso e tecidos moles). Quimioterapias com agentes alquilantes e antraciclina aumentam o risco de desenvolvimento de várias malignidades sólidas além de leucemia aguda/mielodisplasia, e esses riscos podem ser modificados por outras características do paciente, como idade na exposição e, potencialmente, suscetibilidade genética hereditária. Estratégias para identificar sobreviventes em risco e iniciar a vigilância a longo prazo melhoraram e intervenções estão em andamento para aprimorar o conhecimento sobre os efeitos tardios do tratamento entre sobreviventes e cuidadores. Uma melhor compreensão dos fatores de risco relacionados ao tratamento e da suscetibilidade genética promete refinar estratégias de vigilância e, em última instância, terapias anticâncer iniciais.
Turcotte et al. (Qua,) estudaram essa questão.
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