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A síndrome do choque tóxico menstrual está associada à colonização vaginal por cepas de Staphylococcus aureus que codificam a toxina da síndrome do choque tóxico 1 (tst+). Curiosamente, uma pequena proporção de mulheres é colonizada por S. aureus tst+ mas não apresenta sintomas de síndrome do choque tóxico. Aqui, buscamos determinar se diferenças na composição de espécies das comunidades bacterianas vaginais refletem um risco diferencial de colonização por S. aureus capaz de produzir a toxina da síndrome do choque tóxico 1 (TSST-1). A composição das comunidades vaginais de mulheres que foram ou não colonizadas com S. aureus tst+ foi comparada com base nos perfis de polimorfismo de comprimento de fragmento de restrição terminal (T-RFLP) e sequências de genes de 16S rRNA clonados. Não foram detectadas diferenças na composição da comunidade ou na abundância de espécies entre as comunidades de mulheres colonizadas vaginalmente com S. aureus tst+ em comparação àquelas que não foram. A análise filogenética das sequências de genes de 16S rRNA clonadas mostrou que os membros predominantes das comunidades de mulheres colonizadas com S. aureus tst+ eram indistinguíveis dos de outras mulheres saudáveis. Os dados sugerem que os membros numericamente dominantes das comunidades vaginais não excluem a colonização e a proliferação de S. aureus tst+ dentro das comunidades microbianas indígenas da vagina.
Pierson et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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