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Partículas de carbono em escala nanométrica emergiram como precursores versáteis para uma nova classe de nanomateriais altamente fluorescentes que se assemelham a pontos quânticos semicondutores. As nanopartículas de carbono fluorescentes passivadas na superfície, chamadas de 'pontos de carbono', já foram demonstradas para suas potenciais aplicações de bioimagem óptica in vitro e in vivo. Neste estudo, realizamos uma avaliação sistemática da citotoxicidade dos pontos de carbono preparados por várias combinações de nanopartículas de carbono precursoras e moléculas para a funcionalização da superfície das partículas. Os resultados sugeriram que a citotoxicidade dos pontos de carbono dependia da seleção das moléculas de passivação da superfície. Aqueles pontos que mostraram citotoxicidade mais significativa em concentrações mais altas também foram avaliados quanto aos seus efeitos na imagem de fluorescência de células vivas. As implicações dos resultados sobre o uso eventual de pontos de carbono como agentes de imagem celular são discutidas.
Wang et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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