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O direcionamento de malignidades de células T usando células T com receptores de antígenos quiméricos (CAR) é dificultado pela fratricida 'T v T' contra antígenos compartilhados, como CD3 e CD7. A edição de base oferece a possibilidade de interrupção contínua da expressão gênica de antígenos problemáticos por meio da criação de códons de parada ou eliminação de locais de splice. Descrevemos a geração de células T resistentes ao fratricídio pela remoção ordenada de TCR/CD3 e CD7 antes da expressão mediada por lentivírus de CARs específicos para CD3 ou CD7. A investigação molecular de células editadas por base confirmou a eliminação de translocações cromossômicas detectadas em células tratadas com Cas9 convencional. Curiosamente, a co-cultura de 3CAR/7CAR resultou em 'autoenriquecimento', resultando em populações 99.6% TCR-/CD3-/CD7-. Células 3CAR ou 7CAR foram capazes de exercer citotoxicidade específica contra linhagens de leucemia com expressão definida de CD3 e/ou CD7, bem como células T-ALL primárias. Células 3CAR/7CAR co-cultivadas exibiram a maior citotoxicidade contra alvos T-ALL CD3 + CD7 + in vitro e em um modelo quimérico humano:murino in vivo. Embora editores APOBEC possam relatar atividade de desaminação independente de guia de DNA e RNA, não encontramos atividade problemática de 'off-target' ou conversão de base promíscua afetando regiões de ligação específicas ao antígeno CAR, que poderiam redirecionar a especificidade da célula T. A infusão combinacional de células T CAR anti-T resistentes ao fratricídio pode permitir uma remissão molecular melhorada antes do transplante de células-tronco hematopoiéticas alogênicas para malignidades de células T.
Georgiadis et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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