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Um conjunto de equações de crescimento e sobrevivência dependentes da densidade é derivado de evidências de que a taxa de morte instantânea no mar é inversamente proporcional ao tamanho da partícula. A equação de sobrevivência reproduz vários fenômenos bem conhecidos observados em populações de peixes. Ela prevê: 1) que espécies que se reproduzem no inverno e na primavera devem produzir ovos maiores do que as que se reproduzem no verão, 2) que é vantajoso para espécies que se reproduzem em lotes produzirem ovos progressivamente menores na primavera e no verão, e 3) que a taxa de morte de uma coorte de peixes deve diminuir continuamente à medida que os sobreviventes crescem e se aproximam do tamanho crítico. A base biológica para a variação observada no tamanho dos ovos e larvas de peixes pelágicos é considerada principalmente devida a relações tróficas dentro da comunidade pelágica. Sugere-se, com base no que se sabe sobre a abundância relativa e as capacidades de forrageamento de diferentes tamanhos de partículas, que as taxas de sobrevivência de peixes larvais e juvenis devem aumentar à medida que crescem e ocupam uma posição progressivamente mais alta na cadeia alimentar.
D. M. Ware (Mon,) estudou esta questão.