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A albumina sérica humana (HSA) tem sido utilizada há muito tempo como um fluido de ressuscitação em pacientes criticamente enfermos. Sabe-se que exerce várias funções fisiológicas e farmacológicas importantes. Dentre elas, as propriedades antioxidantes parecem ser de extrema importância, pois podem estar implicadas nos potenciais efeitos benéficos observados em ambientes de terapia intensiva e hepatológicos. As funções antioxidantes específicas da proteína estão intimamente ligadas à sua estrutura. De fato, são devidas às suas múltiplas capacidades de ligação a ligantes e propriedades de captura de radicais livres. A molécula de HSA pode sofrer várias mudanças estruturais modificando sua conformação e, assim, suas propriedades de ligação e estado redox. Essas modificações químicas podem ocorrer durante bioprocessos e condições de armazenamento das soluções comerciais de HSA, resultando em soluções heterogêneas para infusão. Nesta revisão, exploramos os mecanismos responsáveis pelas propriedades antioxidantes específicas da HSA em sua forma nativa, formas quimicamente modificadas e formulações comerciais. Para concluir, discutimos a implicação desta literatura recente para futuros ensaios clínicos usando albumina como medicamento e para elucidar os efeitos da infusão de HSA em pacientes criticamente enfermos.
Taverna et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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