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OBJETIVOS: Determinar as taxas anuais de alteração volumétrica do hipocampo e do chifre temporal em sujeitos idosos cognitivamente normais e pacientes com DA pareados individualmente, e testar a hipótese de que essas taxas eram diferentes. CONTEXTO: Estudos transversais revelam consistentemente atrofia cerebral em sujeitos idosos não demenciados em comparação com adultos jovens saudáveis, e maior atrofia em pacientes com DA em relação a sujeitos de controle idosos. No entanto, as taxas de atrofia são estimadas com mais precisão ao realizar medições seriadas nos mesmos indivíduos. MÉTODOS: Mediçõe volumétricas baseadas em ressonância magnética dos hipocampos e chifres temporais foram realizadas em 24 sujeitos cognitivamente normais com idades entre 70 e 89 anos, que foram pareados individualmente em relação ao gênero e à idade com 24 pacientes com DA. Cada sujeito passou por um protocolo de RMN duas vezes, com um intervalo de 12 meses ou mais. RESULTADOS: A taxa média anual de perda de volume hipocampal entre os sujeitos de controle foi de -1,55±1,38% e os chifres temporais aumentaram de volume em 6,15±7,69% ao ano. Essas taxas foram significativamente maiores entre os pacientes com DA: hipocampo, -3,98±1,92% ao ano, p < 0,001; chifre temporal, 14,16±8,47% ao ano, p = 0,002. CONCLUSÃO: Um declínio anual estatisticamente significativo no volume hipocampal e um aumento no volume do chifre temporal foram identificados em sujeitos de controle idosos que representam indivíduos em envelhecimento típico. Essas taxas foram aproximadamente 2,5 vezes maiores em pacientes com DA do que em sujeitos de controle pareados por idade e gênero.
Jack et al. (Qui,) estudaram essa questão.