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Usando equações de evolução não lineares da QCD, calculamos a entropia de von Neumann do sistema de partons resolvidos pela dispersão inelástica profunda em um dado Bjorken x e transferência de momento q^2=-Q^2. Interpretamos o resultado como a entropia de entrelaçamento entre a região espacial sondada pela dispersão inelástica profunda e o restante do próton. Em x pequeno, a relação entre a entropia de entrelaçamento S (x) e a distribuição de partons xG (x) torna-se muito simples: S (x) =lnxG (x). Neste regime de x pequeno e rapididade grande Y, todos os microestados partônicos têm probabilidades iguais---o próton é composto por um número exponencialmente grande exp () de microestados que ocorrem com probabilidades iguais e exponencialmente pequenas exp (-), onde é definido por xG (x) 1/x^. Para este estado equiparticionado, a entropia de entrelaçamento é máxima---então, em x pequeno, a dispersão inelástica profunda sonda um estado maximamente entrelaçado. Propomos a entropia de entrelaçamento como uma observável que pode ser estudada na dispersão inelástica profunda. Isso exigirá medições evento a evento de estados finais hadrônicos e permitiria estudar a transformação da entropia de entrelaçamento na entropia de Boltzmann. Estimamos que o próton é representado pelo estado maximamente entrelaçado em x10^-3; esta região cinemática será passível de estudos no Colisor de Íons Eletrônicos.
Kharzeev et al. (Ter,) estudaram esta questão.
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