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Embora muitos estudos de fibrina in vitro sejam realizados com plasma, coágulos e trombos in vivo contêm eritrócitos ou glóbulos vermelhos (RBCs). Para determinar os efeitos dos RBCs na estrutura do coágulo de fibrina e nas propriedades mecânicas, comparamos coágulos de plasma sem RBCs com aqueles preparados com baixo (2 vol%), intermediário (5-10 vol%) ou alto (> ou =20 vol%) número de RBCs. Através de microscopia confocal, encontramos que baixas concentrações de RBCs tiveram pouco efeito na estrutura do coágulo. Concentrações intermediárias de RBCs causaram heterogeneidade na rede de fibras, com bolsões de fibras densamente empacotadas ao lado de regiões com poucas fibras. Com altos níveis de RBCs, as fibras se organizaram de maneira mais uniforme, mas solta ao redor das células. Micrografias eletrônicas de varredura demonstraram uma distribuição desigual de RBCs em todo o coágulo e um aumento significativo no diâmetro das fibras após a incorporação de RBCs. Embora a permeabilidade não tenha sido afetada pela adição de RBCs, em 20% ou mais de RBCs, a razão do módulo viscoso (G'') para o módulo elástico (G') aumentou significativamente em relação a um coágulo sem RBCs. Os RBCs provocaram variabilidade na estrutura da rede de fibrina, nas características das fibras individuais e na viscoelasticidade geral do coágulo em comparação com a ausência de células. Esses resultados são importantes para entender coágulos e trombos in vivo.
Gersh et al. (Qui,) estudaram esta questão.
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