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Os catadores de resíduos de aterros e ruas na África do Sul são responsáveis por coletar volumes substanciais de material reciclável, economizando milhões para os municípios e contribuindo para um ambiente geralmente mais saudável e limpo. No entanto, os catadores de resíduos continuam a operar nas margens da economia e estão expostos a muitos riscos, particularmente riscos à saúde que têm um impacto direto na sustentabilidade de suas formas de subsistência. Este artigo, utilizando uma abordagem de métodos mistos, explora os riscos à saúde aos quais os catadores de resíduos que trabalham em nove aterros diferentes do país estão expostos. O quadro socioecológico foi utilizado para analisar e apresentar os resultados. Uma descoberta chave foi que a coleta de resíduos, por sua própria natureza, está sujeita a inúmeros riscos à saúde, mas que esses podem ser reduzidos através de esforços concertados e colaborativos por parte dos operadores de aterros, autoridades locais e outros interessados. Integrar os catadores de resíduos 'autônomos' ao sistema formal de gestão de resíduos deve ser abrangente para limitar os riscos à saúde. Os catadores de resíduos nunca terão um ambiente livre de riscos, mas políticas facilitadoras e instituições de apoio podem ajudar colaborativamente a mitigar esses riscos e criar um ambiente de trabalho mais sustentável e digno para sustentar suas formas de subsistência.
Schenck et al. (Terç,) estudaram esta questão.
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