Key points are not available for this paper at this time.
FUNDAMENTOS: A adesão ao NHS Health Check continua abaixo da meta nacional. Uma melhor compreensão dos preditores de adesão pode informar a segmentação e a entrega. Exploramos o método de convite e a proximidade geográfica como preditores de adesão em comunidades urbanas desfavorecidas. MÉTODOS: Este estudo de coorte observacional utilizou dados de 4855 indivíduos convidados para um NHS Health Check (setembro de 2010-fevereiro de 2014) em cinco práticas gerais em Stoke-on-Trent, Reino Unido. A presença/a ausência foi a variável de resultado binária. As variáveis preditoras incluíram o método de convite, prática geral, demografia, privação e distância até o local do Health Check. RESULTADOS: A média de adesão (61,6%) foi acima da média da cidade e nacional, mas variou por prática (47,5-83,3%; P < 0,001). Convites telefônicos/verbais foram associados a uma adesão maior do que convites postais (OR = 2,87, IC 95% = 2,26-3,64), no entanto, permaneceu uma variação significativa a nível de prática. A distância até o Health Check não foi associada à presença. Idade avançada (OR = 1,04, IC 95% = 1,03-1,04), gênero feminino (OR = 1,48, IC 95% = 1,30-1,68) e viver em áreas menos favorecidas (OR = 1,59, IC 95% = 1,23-2,05) foram todos preditores independentes positivos de adesão. CONCLUSÕES: Usar convites verbais ou telefônicos deve ser considerado para melhorar a adesão ao Health Check. Outras diferenças na recrutamento e entrega que podem explicar a variação restante a nível de prática merecem uma exploração adicional. A proximidade geográfica pode não ser um preditor importante de adesão em populações urbanas.
Gidlow et al. (qua,) estudaram esta questão.