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O objetivo deste estudo foi determinar a utilidade do cálculo do momento de decolagem do salto na liga de rugby (RL) explorando sua relação com o momento de sprint, devido a este último ser um atributo importante deste esporte. Vinte e cinco jogadores masculinos de RL realizaram 3 saltos de contramovimento de esforço máximo em uma plataforma de força e 3 sprints de 20 m de esforço máximo (com tempos intermediários registrados). O momento de decolagem do salto e o momento de sprint (entre 0 e 5, 5 e 10, e 10 e 20 m) foram calculados (massa multiplicada pela velocidade) e sua relação determinada. Houve uma relação muito forte e positiva entre o momento de decolagem do salto e o momento de sprint de 0 a 5 m (r = .781, P < .001) e entre o momento de decolagem do salto e o momento de sprint de 5 a 10 m (r = .878, P < .001). Houve uma relação quase perfeita e positiva entre o momento de decolagem do salto e o momento de sprint de 10 a 20 m (r = .920, P < .001). O momento de decolagem do salto e o momento de sprint demonstraram boa-excelente confiabilidade e associações muito grandes-quase perfeitas (61%-85% de variância comum) em uma coorte de RL, permitindo a criação de equações preditivas. Portanto, pode ser praticamente útil calcular o momento de decolagem do salto como parte do teste de salto de contramovimento de rotina dos jogadores de RL e de outros atletas de esportes de colisão para possibilitar o monitoramento indireto do momento de sprint.
McMahon et al. (Sex,) estudaram essa questão.