Key points are not available for this paper at this time.
Na lente gravitacional de ondas gravitacionais, a óptica de ondas deve ser utilizada em vez da óptica geométrica quando o comprimento de onda das ondas gravitacionais é maior que o raio de Schwarzschild da massa da lente ML. Para a lente gravitacional dos sinais de chirp da coalescência de buracos negros supermassivos no desvio para o vermelho zS 1 relevante para a LISA, os efeitos de onda tornam-se importantes para a massa da lente menor que 10⁸ M_. Para tais casos, calculamos quão precisamente podemos extrair a massa da lente e a posição da fonte a partir do sinal lenteado. Consideramos dois modelos de lente simples: a lente de massa pontual e a SIS (Esfera Isotérmica Singular). Descobrimos que a massa da lente e a posição da fonte podem ser determinadas dentro de 0,1% (S/N) /10³^-1 para a massa da lente maior que 10⁸ M_ e 10% (S/N) /10³^-1 para a massa da lente menor que 10⁷ M_ devido ao efeito de difração, onde (S/N) é a razão sinal-ruído dos sinais de chirp não lenteados. Para o modelo SIS, se a posição da fonte estiver fora do raio de Einstein, existe apenas uma única imagem na aproximação da óptica geométrica, de modo que os parâmetros da lente não podem ser determinados. Enquanto nos casos de óptica de ondas, encontramos que a massa da lente pode ser determinada mesmo para ML < 10⁸ M_. Para a lente de massa pontual, é possível extrair os parâmetros da lente mesmo que a posição da fonte esteja bem distante do raio de Einstein. Como resultado, a seção transversal de lenteamento é uma ordem de magnitude maior do que a do lenteamento forte de luz usual.
Takahashi et al. (Ter,) estudaram essa questão.