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RESUMO O desenvolvimento da segunda língua inglesa de 19 crianças (idade média no início = 5 anos, 4 meses) de várias origens de língua materna foi examinado a cada 6 meses durante 2 anos, utilizando amostragem de linguagem espontânea, questionários parentais e um teste padronizado de vocabulário receptivo. Os resultados mostraram que a equivalência média de idade mental das crianças e os escores padronizados no Peabody Picture Vocabulary Test—Third Edition quase corresponderam às expectativas de falantes nativos após uma média de 34 meses de exposição ao inglês, uma taxa de desenvolvimento mais rápida do que a relatada em algumas outras pesquisas. As crianças exibiram o fenômeno de verbos gerais e versáteis por meio da superextensão do verbo semanticamente flexível 'fazer', um indicador de que tiveram que ampliar seus recursos lexicais para o contexto comunicativo. Quanto às fontes de diferenças individuais, uma idade mais avançada de início da segunda língua e níveis mais altos de educação da mãe estiveram associados a um crescimento mais rápido no desenvolvimento lexical em inglês das crianças, e a inteligência não verbal mostrou alguma influência limitada nos resultados de vocabulário; no entanto, o uso do inglês em casa não teve efeitos consistentes no desenvolvimento do vocabulário.
GOLBERG et al. (Qua,) estudaram essa questão.