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uma pesquisa online. Cerca de 20% da amostra apresentou níveis moderados-altos de CPT, sem diferenças significativas ao longo do tempo. O modelo preditivo explicou 19% da variância em CPT, mostrando que a relação inversa entre resiliência e CPT foi mediada por EPTS. Além disso, a participação em atividades sociais atuou como um preditor de CPT. Mulheres, jovens, aqueles que perderam o emprego e pessoas que apresentaram sintomas de COVID-19 ou a perda de um ente querido apresentaram níveis mais altos de CPT. Assim, as pessoas experimentaram mudanças positivas (CPT), mas isso não as protegiu da sintomatologia adversa (EPTS).
Collazo‐Castiñeira et al. (Qui,) estudaram essa questão.