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Exploramos o valor do sinal da emoção e da razão na cooperação humana. Através de quatro experimentos utilizando jogos de dilema do prisioneiro dyádico, estabelecemos três resultados centrais. Primeiro, os indivíduos inferem sentimentos e motivações pró-sociais a partir de sinais de emoção. Como resultado, os indivíduos acreditam que confiar em sinais emocionais indica que um irá cooperar mais do que confiar na razão. Segundo, essas crenças são geralmente precisas - aqueles que agem com base na emoção têm mais probabilidade de cooperar do que aqueles que agem com base na razão. Terceiro, as respostas comportamentais dos indivíduos em relação aos sinais de emoção e razão dependem de seu próprio modo de decisão: aqueles que confiam na emoção tendem a cooperar condicionalmente (ou seja, cooperam apenas quando acreditam que seu parceiro cooperou), enquanto aqueles que confiam na razão tendem a não cooperar independentemente do sinal de seu parceiro. Esses achados elucidam como diferentes processos de decisão, e teorias leigas sobre processos de decisão, facilitam e impedem a cooperação.
Levine et al. (Terça,) estudaram essa questão.
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