Key points are not available for this paper at this time.
OBJETIVO: Determinar se a quantidade, o tipo e os padrões de visualização de televisão preveem o surgimento ou a persistência de problemas externalizantes em crianças em idade pré-escolar. DESENHO: Estudo longitudinal de uma coorte populacional prospectiva na Holanda. CONFIGURAÇÃO: Os pais relataram o tempo de exposição à televisão e o tipo de programas assistidos pelas crianças. Os problemas externalizantes foram avaliados usando a Child Behavior Checklist aos 18 e 36 meses. PARTICIPANTES: Uma amostra populacional de 3913 crianças. PRINCIPAL EXPOSIÇÃO: Tempo de visualização de televisão, conteúdo e padrões de exposição (aos 24 e 36 meses) em crianças com e sem problemas preexistentes para avaliar a incidência e a persistência de problemas externalizantes. PRINCIPAIS MEDIDAS DE RESULTADO: Problemas externalizantes aos 36 meses. RESULTADOS: O conteúdo do programa e o tempo de exposição à televisão avaliados aos 24 meses não previram a incidência de problemas externalizantes aos 36 meses (razão de chances, 2,24; IC 95%, 0,97-5,18). No entanto, os padrões de exposição ao longo do tempo que refletiam altos níveis de visualização de televisão foram associados à incidência de problemas externalizantes (razão de chances, 2,00; IC 95%, 1,07-3,75) e à persistência dos problemas externalizantes preexistentes (2,59; 1,03-6,55). CONCLUSÕES: Nosso estudo mostrou que a alta exposição à televisão aumenta o risco de incidência e persistência de problemas externalizantes em crianças em idade pré-escolar.
Verlinden et al. (Terça,) estudaram essa questão.