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A ativação de 2B4 (CD244) pode induzir a ativação de células natural killer (NK), coestimulação ou até mesmo inibição da atividade das células NK. Aqui, investigamos a base molecular para os diferentes sinais gerados por 2B4. Mostramos que o primeiro motivo de troca baseado em tirosina da imunorreceptor (ITSM) dentro da cauda citoplasmática de 2B4 é suficiente para a ativação de células NK mediada por 2B4, enquanto o terceiro ITSM pode influenciar negativamente a sinalização de 2B4. Identificamos ainda moléculas sinalizadoras que se associam ao 2B4. A proteína associada à molécula de ativação de linfócitos sinalizadores (SAP) pode se ligar a todos os 4 ITSMs de 2B4 de maneira dependente de fosforilação. O terceiro ITSM fosforilado pode ainda recrutar as fosfatases SHP-1, SHP-2, SHIP e a quinase inibitória Csk. SAP atua como um inibidor das interações entre 2B4 e essas moléculas regulatórias negativas, explicando como 2B4 inibe a ativação de células NK na ausência de SAP funcional, como ocorre em células de pacientes com síndrome linfoproliferativa ligada ao X (XLP). Recentemente, outra função para SAP foi proposta: SAP pode recrutar a quinase Fyn para o receptor imune SLAM (CD150). Agora mostramos que Fyn também pode se associar ao 2B4 fosforilado. Finalmente, demonstramos que Fyn e Csk podem ambos fosforetar 2B4, sugerindo um possível mecanismo de fosforilação de 2B4.
Eissmann et al. (Quarta,) estudaram essa questão.
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