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O manejo pós-operatório de pacientes com carcinoma tireoidiano diferenciado (CTD) depende de medições seriadas de tireoglobulina sérica. As metodologias atuais para quantificação de tireoglobulina variam em seu desempenho analítico e clínico. Há anos, os radioimunoensaios de tireoglobulina (RIA) e os ensaios imunométricos (IMA) têm sido utilizados, apesar das interferências analíticas de autoanticorpos anti-tireoglobulina (TgAb) e também de anticorpos heterófilos (HAb). A interferência de TgAb limita a utilidade da Tg como marcador tumoral em aproximadamente 30% dos pacientes positivos para TgAb. Consequentemente, estudos adicionais são necessários para descartar doença persistente ou recorrente nesses pacientes. Recentemente, ensaios de espectrometria de massa de tireoglobulina foram introduzidos como uma solução para os problemas de interferência observados em imunensaio. No entanto, sua sensibilidade analítica é inferior à dos ensaios imunométricos de alta sensibilidade. Os objetivos desta revisão são: (i) revisar os atuais ensaios de tireoglobulina; (ii) discutir as limitações técnicas de cada ensaio; e (iii) discutir os usos clínicos da tireoglobulina em soro e lavados de biópsia por aspirado com agulha fina para o manejo de pacientes com CTD. Uma compreensão das vantagens e desvantagens técnicas dos ensaios de Tg é crítica para clinicians e laboratoristas utilizarem e interpretarem efetivamente este teste no manejo de pacientes com CTD.
Alicia Algeciras‐Schimnich (Sex,) estudou esta questão.
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