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SEM RÓTULO: A desordem do espectro autista (DEA) e a síndrome do X frágil (SXF) são distúrbios do desenvolvimento. Não existem biomarcadores validados baseados em sangue para nenhuma das duas, o que impede abordagens de banco para leito. A proteína precursora do amiloide-β (Aβ) (APP) e seus metabolitos estão geralmente associados à doença de Alzheimer (DA). O clivagem da APP pela α-secretase produz APPα secretada potencialmente neurotrófica (sAPPα) e o fragmento peptídico P3. A clivagem pela enzima β-site APP cleaving (BACE1) produz APPβ secretada (sAPPβ) e Aβ intacta. O excesso de Aβ é potencialmente neurotóxico e pode levar à atrofia de regiões cerebrais como a amígdala na DA. Por outro lado, a amígdala está aumentada na DEA mas não na SXF. Relatamos anteriormente níveis elevados de sAPPα na DEA e na SXF vs. CONTROLES: Agora relatamos níveis elevados de Aβ plasmático e total de APP na SXF comparados à DEA e aos controles em desenvolvimento típico, e níveis elevados de sAPPα na DEA e na SXF vs. CONTROLES: Por outro lado, sAPPβ plasmático e Aβ estavam mais baixos na DEA vs. controles, mas elevados no plasma SXF vs. CONTROLES: Detectamos também um aumento dependente da idade em uma α-secretase nos cérebros da DEA. Relatamos uma nova diferença mecanística nas vias da APP entre DEA (processamento) e SXF (expressão) levando a perfis distintos de metabolitos de APP nesses dois distúrbios. Essas diferenças bioquímicas novas e distintivas entre DEA e SXF abrem caminho para biomarcadores baseados em sangue para DEA e SXF.
Ray et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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