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MOTIVAÇÃO: As fraturas Seymour são fraturas da falange distal em crianças com um padrão juxta-epifisário. O objetivo do nosso estudo foi investigar os tratamentos, resultados, indicações operatórias e escolha de antibiótico para fraturas Seymour agudas (que se apresentam dentro de 24 horas após a lesão), para definir melhor o manejo ideal. Hipotetizamos que: (1) a cefalexina proporciona cobertura antibiótica adequada para fraturas Seymour agudas; (2) a maioria das lesões alcançará bons resultados com o manejo apenas no departamento de emergência (DE); e (3) a indicação para intervenção operatória é redução sem sucesso ou instável no DE. MÉTODOS: Realizamos um estudo retrospectivo com pacientes menores de 18 anos tratados em um grande hospital pediátrico de 2009 a 2017 por uma fratura Seymour aguda. Os resultados do estudo incluíram manejo e tipo de antibiótico, infecção, cicatrização da fratura, má união, distúrbio epifisário, distrofia ungueal, falha do antibiótico e necessidade de intervenção operatória não planejada. RESULTADOS: A idade média dos pacientes foi de 10 anos, com 43 homens e 22 mulheres sofrendo 65 fraturas Seymour. Cinquenta e oito casos (89%) foram inicialmente gerenciados no departamento de emergência. Sete casos foram gerenciados inicialmente com uma intervenção operatória que incluiu I&D, redução aberta e fixação com fio K. A indicação cirúrgica mais citada foi a redução fechada sem sucesso. Quatro pacientes inicialmente tratados no DE exigiram uma operação não planejada, geralmente devido ao desaprumo da fratura. Complicações foram raras, com infecções superficiais sendo as mais comuns. CONCLUSÕES: A maioria das fraturas Seymour agudas pode ser gerenciada com sucesso no departamento de emergência se uma redução estável for alcançada. NÍVEL DE EVIDÊNCIA: Nível IV, terapêutico.
Lin et al. (Qui,) estudaram essa questão.