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A pesquisa sobre abuso sexual infantil é repleta de problemas metodológicos. Este artigo fornece uma visão geral de alguns aspectos comuns deles. Inconsistências definicionais são frequentes, incluindo a do próprio abuso sexual infantil e quais limites de idade definem uma criança. Outras dificuldades metodológicas incluem determinar o número de crianças abusadas sexualmente em qualquer período de tempo, escolha da amostra, o tipo e número de perguntas feitas, fatores como a publicidade associada ao período histórico e estimativas da taxa de aumento do abuso sexual infantil ao longo do tempo. Sugere-se que uma maior consistência, particularmente na definição, ajudaria a que conclusões comparativas fossem feitas com menos ambiguidade e maior validade.
Goldman et al. (Quarta-feira,) estudaram essa questão.