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Três estudos exploraram o papel da teoria da contingência hedônica como uma explicação para a relação entre humor positivo e flexibilidade cognitiva. O Estudo 1 examinou os determinantes da escolha de atividade para participantes em estados de humor feliz, triste ou neutro. Consistente com a teoria da contingência hedônica, participantes felizes valorizavam potencial criativo assim como a agradabilidade da tarefa de forma mais acentuada em suas classificações de preferência. No Estudo 2, os participantes receberam uma tarefa de geração de itens neutra ou que ameaçava o humor para realizar. Os resultados mostraram que participantes felizes exibiam maior flexibilidade cognitiva em todos os casos; quando confrontados com uma tarefa potencialmente ameaçadora ao humor, os participantes felizes conseguiram transformar a tarefa de maneira criativa para manter o humor positivo e o interesse. Por fim, o Estudo 3 manipulou as crenças dos participantes sobre se os humores poderiam ou não ser alterados. Os resultados replicaram o efeito padrão de aumento da flexibilidade cognitiva em decorrência do humor positivo na condição não-congelante, mas nenhum efeito do humor sobre a criatividade foi encontrado na condição de congelamento do humor. Esses estudos indicam que a teoria da contingência hedônica pode ser um mecanismo contribuidor importante por trás da relação entre humor positivo e flexibilidade cognitiva.
Hirt et al. (Ter,) estudaram esta questão.