A poluição ambiental causada por contaminantes orgânicos e o aumento do CO₂ atmosférico emergiram como uma questão crítica global. As nanopartículas de óxido metálico, incluindo TiO₂, ZnO, Fe₂O₃, CuO e CeO₂, atraíram uma atenção significativa devido às suas propriedades físico-químicas únicas, alta área de superfície, bandas ajustáveis e forte atividade fotocatalítica. Esses nanomateriais podem degradar eficientemente poluentes orgânicos como corantes, fenóis, fármacos e pesticidas, enquanto simultaneamente facilitam a conversão de CO₂ em combustíveis úteis como metano, metanol e ácido fórmico. Métodos de síntese verde, utilizando extratos de plantas, bactérias, fungos e algas, fornecem uma abordagem ecológica e sustentável para a produção de nanopartículas. Estratégias de modificação de superfície, incluindo dopagem de metais/não-metais, formação de heterojunções e funcionalização, melhoram a absorção de luz, separação de cargas e desempenho catalítico. Esta revisão apresenta uma discussão abrangente sobre a síntese, caracterização e engenharia de superfície de nanopartículas de óxido metálico, destacando seus papéis na remediação ambiental e na conversão de CO₂. O artigo também identifica desafios e direções futuras para o desenvolvimento de nanomateriais eficientes, sustentáveis e econômicos para controle da poluição e manejo do carbono.
Musa Husaini (qui,) estudou esta questão.