Ensinar é um trabalho político—agora mais do que nunca, talvez—e este artigo busca contribuir para a conversa sobre a política da educação em artes da linguagem inglesa, tentando entender como educadores de professores de inglês assumem posturas ativistas em seu trabalho. Informados por uma perspectiva de pedagogia crítica, devendo a Paulo Freire particularmente, escrevemos através da seguinte pergunta: Como os educadores de professores de ELA descrevem a incorporação do ativismo em sua preparação de futuros professores? Nossas descobertas, informadas por uma pesquisa nacional e entrevistas de acompanhamento com 19 participantes, sugerem uma infinidade de táticas e estratégias que os educadores de professores de ELA usam para realizar uma visão progressista e ativista nas salas de aula de formação de professores. Imaginamos este artigo como um manifesto e um manual em relação ao que uma formação de professores de ELA ativista pode ser para um mundo que está por vir.
Ives et al. (Terça-feira,) estudaram essa questão.