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Objetivo. — Examinar a hipótese de que laços diversos com amigos, família, trabalho e comunidade estão associados ao aumento da resistência do hospedeiro à infecção. Desenho. — Após relatar a extensão da participação em 12 tipos de laços sociais (por exemplo, cônjuge, pai, amigo, colega de trabalho, membro de grupo social), os sujeitos receberam gotas nasais contendo 1 de 2 rinovírus e foram monitorados para o desenvolvimento de um resfriado comum. Configuração. — Quarentena. Participantes. — Um total de 276 voluntários saudáveis, com idades entre 18 e 55 anos, nem soropositivos para o vírus da imunodeficiência humana nem grávidas. Medidas de Resultado. — Resfriados (doença na presença de uma infecção verificada), produção de muco, função de limpeza mucociliana e quantidade de replicação viral. Resultados. — Em resposta a ambos os vírus, aqueles com mais tipos de laços sociais eram menos susceptíveis a resfriados comuns, produziam menos muco, eram mais eficazes na limpeza ciliar das vias nasais e eliminavam menos vírus. Essas relações não foram alteradas por controles estatísticos para anticorpos específicos do vírus pré-desafio, tipo de vírus, idade, sexo, temporada, índice de massa corporal, educação e raça. A susceptibilidade a resfriados diminuiu de maneira dose-resposta com o aumento da diversidade da rede social. Houve um risco relativo ajustado de 4,2 comparando pessoas com menos (1 a 3) a aquelas com mais (6 ou mais) tipos de laços sociais. Embora fumar, qualidade de sono ruim, abstinência de álcool, baixa ingestão dietética de vitamina C, níveis elevados de catecolaminas e ser introvertido estivessem todos associados a uma maior susceptibilidade a resfriados, eles só puderam explicar parcialmente a relação entre a diversidade da rede social e a incidência de resfriados. Conclusões. — Redes sociais mais diversas estavam associadas a uma maior resistência a doenças respiratórias superiores.
Sheldon Cohen (Qua,) estudou esta questão.