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ANTECEDENTES E OBJETIVO: Quedas são comuns após um AVC. Apesar das evidências de que intervenções simples e multifatoriais podem reduzir quedas em idosos, essa questão permanece relativamente pouco explorada em sobreviventes de AVC. A prevenção eficaz de quedas nessa população tem o potencial de prevenir lesões, melhorar a qualidade de vida e diminuir a probabilidade de medo subsequente de quedas e restrições de atividade. O objetivo deste artigo foi revisar e integrar as evidências de pesquisa relacionadas a intervenções que reduzem quedas após o AVC. MÉTODOS: Estudos publicados que avaliaram intervenções para reduzir quedas em sobreviventes de AVC foram recuperados e triados de acordo com critérios pré-determinados. Os estudos incluídos foram avaliados de forma independente. A qualidade dos ensaios foi avaliada usando a pontuação da Base de Dados de Evidências em Fisioterapia. A combinação de resultados foi realizada para intervenções semelhantes com desfechos comparáveis utilizando o método de variância inversa. RESULTADOS: Treze estudos atenderam aos critérios de inclusão, com combinação de resultados possível para apenas 2 tipos de intervenção. A qualidade metodológica dos estudos incluídos foi variável, com o principal viés devido à falta de cegamento dos participantes e daqueles que administraram a intervenção. Variabilidade na reportagem dos dados de quedas foi observada nos estudos. A única intervenção que mostrou eficácia na redução de quedas foi a vitamina D para mulheres sobreviventes de AVC em um ambiente institucional. Outras intervenções não foram mais eficazes do que o cuidado usual. CONCLUSÕES: O risco de quedas é alto em sobreviventes de AVC; no entanto, a única intervenção mostrada como eficaz na redução de quedas nesta revisão foi a suplementação de vitamina D. A consistência na mensuração de desfechos permitiria comparações entre os estudos. Além disso, mais pesquisas avaliando uma gama de intervenções simples e multifatoriais para a prevenção de quedas na população de AVC são necessárias.
Batchelor et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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