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A avaliação da função cerebral por meio de imagens de ressonância magnética funcional (fMRI) dependente do nível de oxigenação do sangue (BOLD) para tarefas que envolvem movimento próximo ao campo de visão é comprometida por artefatos decorrentes do movimento. O objetivo deste estudo é demonstrar que esses artefatos podem ser reduzidos ao adquirir a resposta média de um estímulo breve (um paradigma de "ensaio único" ou "relacionado a eventos") em oposição a blocos alternados de tarefas repetidas com repouso (um paradigma de "ensaio em bloco"). A base dessa técnica é que as mudanças no sinal de NMR da ativação neuronal estão atrasadas em relação ao movimento devido a uma resposta hemodinâmica lenta. Ao adquirir a resposta média de um estímulo breve, mudanças no sinal induzidas pelo movimento ocorrem antes das mudanças no sinal induzidas pela ativação neuronal, permitindo que as duas sejam distinguidas. Essa técnica é aplicada nas tarefas de falar em voz alta, engolir, apertar a mandíbula e mover a língua. Mapas de ativação funcional derivados do paradigma de ensaio único contêm significativamente menos artefato do que mapas de ativação funcional derivados de um paradigma de ensaio em bloco mais tradicional.
Birn et al. (Sex,) estudaram essa questão.
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