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OBJETIVO: A resposta a tratamentos específicos para depressão varia amplamente entre os indivíduos. Compreender e prever essa variação pode ter grandes benefícios para as pessoas que vivem com depressão. MÉTODO: Os autores descrevem um modelo conceitual para identificar e avaliar evidências relevantes para a personalização do tratamento para depressão. Eles revisam evidências relacionadas a três decisões de tratamento específicas: escolha entre medicação antidepressiva e psicoterapia, seleção de uma medicação antidepressiva específica e seleção de uma psicoterapia específica. Em seguida, discutem potenciais explicações para os achados negativos, bem como implicações para a pesquisa e prática clínica. RESULTADOS: Muitos estudos anteriores examinaram preditores gerais de resultado, mas poucos examinaram verdadeiros moderadores (preditores de resposta diferencial a tratamentos alternativos). As evidências limitadas indicam que algumas características clínicas específicas podem informar a escolha entre medicação antidepressiva e psicoterapia e a escolha de uma medicação antidepressiva específica. A pesquisa até o momento não identifica nenhum preditor biológico ou genético com utilidade clínica suficiente para informar a escolha entre medicação e psicoterapia, a seleção de medicação específica ou a seleção de uma psicoterapia específica. CONCLUSÕES: Embora os indivíduos variem amplamente em resposta a tratamentos específicos para depressão, a variabilidade permanece em grande parte imprevisível. Pesquisas futuras devem se concentrar na identificação de verdadeiros efeitos moderadores e devem considerar como a resposta aos tratamentos varia entre os episódios. Neste momento, nossa incapacidade de combinar pacientes com tratamentos implica que a avaliação e o ajuste sistemáticos do tratamento são mais importantes do que a seleção inicial do tratamento.
Simon et al. (Qui,) estudaram essa questão.
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